terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Rio Paraguaçu é fonte de trabalho para o ribeirinho e de lazer para turistas

POR ROQUINALDO FREITAS

No período áureo da Companhia de Navegação Baiana, quando os barcos a vapor transportavam mercadorias e passageiros de Salvador à Cachoeira, o Rio Paraguaçu foi o grande elo entre os sertões da Bahia e de Minas Gerais e um dos fatores principais para o crescimento do porto do município de Cachoeira, consequentemente uma das vilas mais importantes e prósperas do país no século VXIII.

Poluição sonora incomoda cachoeiranos

POR JENYPHER PEREIRA

A população de Cachoeira sofre constantemente com a poluição sonora e, apesar do pequeno porte da cidade, a perturbação do sossego alheio na sua zona urbana é um problema a ser enfrentado. A poluição se dá principalmente por meio de carros de som que se encarregam de fazer anúncios publicitários referentes ao comércio, eventos e, até mesmo, emitir notas de falecimento.

Moradores questionam pesquisa da UBD sobre Governador Mangabeira

POR THACIO MACHADO

Governador Mangabeira, município baiano com cerca de 20 mil habitantes, localizado a 132 km de Salvador, destacou-se em recente pesquisa da União Brasileira de Divulgação (UBD), que avalia áreas de saúde, educação e infraestrutura. Dos 964 municípios pesquisados em todo território brasileiro, ele foi considerado o quarto município mais bem administrado da Bahia. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Samba de roda e candomblé preservam cultura de matriz africana em Cachoeira

POR MIRIA ALVES

Localizada a duas horas de distância de Salvador, a cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, é caracterizada por suas formas de expressões culturais afrodescendentes e pela cultura popular dos povos antigos de terreiros, remanescentes de quilombos. A cidade preserva diversidades de expressões culturais da diáspora negra, como os ternos de reis, o terno do acarajé, o negro fugido, a Irmandade da Boa Morte, o samba de roda, entre outros. Essas demonstrações presentes em Cachoeira são resultados da luta de pessoas como Dona Dalva Damiana e Edvaldo Buda.

Dona Dalva realiza projeto de divulgação do samba em escolas públicas de Cachoeira

POR MAELÍ SOUZA

Dona Dalva Damiana, 84 anos, foi indicada recentemente ao título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, em reconhecimento ao seu trabalho com o samba de roda. Há 53 anos, ela organizou um grupo de sambadeiras na fábrica de charutos, onde trabalhava, na cidade de Cachoeira. As mulheres dançavam com as roupas do trabalho, e aos poucos as apresentações foram tomando forma, se organizando. Hoje, o Samba de Roda Suerdieck é um grupo de renome internacional, praticante de uma expressão musical tombada pelo IPHAN e pela UNESCO como patrimônio cultural do Brasil e patrimônio oral e imaterial da humanidade, respectivamente.